Isvonaldo sou Protestante

Isvonaldo sou Protestante

terça-feira, 15 de maio de 2012

SAUDADES DE VOCÊ…

Saudades eu sinto
Do tempo que eu te ouvia;
A tua doce e suave voz
Trazia esperança, conforto e alegria.
Saudades eu sinto
Da tua graça e beleza;
Da tua simplicidade
Revelada em tua grandeza.
Ah! que saudades…
Saudades do nobre perdão;
Que enchia a minh’alma
E consolava o meu coração.
Mostravas-me o caminho
Da pura felicidade
Que de tão feliz que eu era
Eu hoje sinto saudades.
Por onde andas tu
Que já não ouço falar?
Não me dão notícias suas
Nem me dizem onde estás.
Quero ouvir-te chamar-me
De Bem Aventurado;
Instruir o meu caminho
E dizer que sou amado.
Queria muito te ver
Te ouvir e te abraçar
Mas já não falam de você
E minha saudade só faz aumentar.
Ah! quem me dera de novo
Poder em teus braços me envolver
Sentir o teu doce aroma.
Ah! que saudades de você.
Te procuro e não te acho
Nos lugares onde deveria
Minh’alma anseia por ti
Minha vida por ti daria.
Ah! quanta saudades
Do teu amor, do teu esmero
Das tuas palavras, do teu propósito
Ah! que saudades de você… EVANGELHO!
Todos os Créditos:
Por Joacy Júnior, um poeta que sonha com a volta ao evangelho. Estreando no Púlpito Cristão.


Os Males da Fama


"Havia naqueles dias na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama." Gênesis 6:4

INTRODUÇÃO

Mais uma verdade à nosso respeito venho através dos caminhos da Bíblia para revelar, e sei que Deus não usa cachorro; gato; vaca ou qualquer outro tipo de animal em nossos dias, pois hoje ele elegeu profetas, homens que falam por inspiração divina, homens que não falam o que querem, mas são boca de Deus na terra trazendo a palavra verdadeira aos homens sedentos da verdade.

Aprendi que o maior sinal de que alguém tem realmente um chamado não o mostrar que é bom; que vai; que faz; que é; mas sim o pensamento de desistir, pois o que pensa em parar é o que reconhece o peso da responsabilidade, pois o verdadeiro envolvimento, relacionamento com Deus não tem volta, para o muito que foi dado, também muito lhe será cobrado.

O ser humano é muito complexo e sempre se deixa ser contaminado pelas coisas ruins, e agora me recordo de uma das mensagens que ministrei e você pode conferir (OS TRÊS CONSELHOS), pois ela mudou minha vida e também mudará a sua. Hoje vemos diariamente pessoas sonhando em se tornarem famosos e serem conhecidos por muitos desejando algo que lhes serão para o declínio. Vamos juntos em mais uma mensagem alimentar da palavra de Deus, aprendendo a viver neste mundo que não é nossa casa.

Como de praxe eu gostaria de lhe pedir a todos que deixem esta palavra entrar em seus corações, façam dela um alimento para suas almas. O sábio Salomão escreveu no livros de Eclesiastes relatando que a tempo para tudo debaixo do céu, tempo para sorrir e tempo para chorar; tempo para plantar e tempo para colher; tempo para nascer e tempo para morrer, e se Deus tem algo para nós, então a seu tempo isso acontecerá.

OS QUATRO MALES DA FAMA

O que realmente vem a ser fama? Eu defino como o “desejo desenfreado de sair do anonimato”. Uma pessoa que deseja fama na verdade está buscando basicamente quatro coisas malignas, ou seja: O dinheiro, o sucesso, a publicidade e o glamour. Os quatro males que a fama traz.

Dinheiro: A raiz de todos os males
Sucesso: Ser bem sucedido naquilo que faz;
Publicidade: Ser conhecido por muitos;
Glamour: Qualidade de ser atraente, charmosa.
Mas a Fama é algo que pessoas perseguem ao longo da história da humanidade e, talvez, este seja o ponto: a perseguição da Fama. Talvez um dos efeitos da Fama, seja a sensação de poder que ela sugere às pessoas, afinal ao longo da história humana a graduação de lideranças foi feita pelo valor do poder que determinada pessoa detinha em seus domínios.       

Mas antes da fama todos são iguais, pessoas normais que desejam aquilo que na verdade não conhecem. Ao buscarem a fama que o mundo traz na verdade estão cavando a própria sepultura. Essa síndrome da busca desenfreada pela Fama faz com que muitos deixem de acreditar na capacidade, no empreendedorismo e em outros meios de conquistar vitórias em suas vidas, e acima de tudo deixam de acreditar na capacidade de Deus.

A Bíblia é o maior manual de comportamento humano e é ela a boca de Deus que molda e conduz a vida daqueles que querem morar junto de Deus. Eu poderia citar muitas pessoas entre homens e mulheres que buscaram a fama, mas eu quero lhe mostrar alguns que a buscaram no contexto bíblico e acabaram por se darem muito mau.

1. NINRODE, O MALÍGNO

Segundo a bíblia, existiu um home cujo nome era Nimrod, e seu governo incluía as cidade de Babel, Ereque, Acade e Calné, e todas as terras de Sinear. E sob seu comando iniciou se a construção da tão famosa torre de Babel. Ele desejou construir uma torre que chegasse até o céu. Seu desejo era a busca desenfreada da fama de conseguir chegar ao céu, na morada celestial e bater nas portas da casa do Senhor Jeová, se tornado assim o homem mais audacioso da época.

Mas acabou por ser destruído pelo poder de Deus. O povo foi disperso pela face da terra sendo distribuídas línguas diferentes entre eles. Ninrode desejava sair de um anonimato e se tornar um homem conhecido por todos, rico e tudo, e viver no glamour do sucesso.

2. HAMÃ, O PRÍCIPE ENFORCADO

O livro de Ester nos conta que na eira de Susã havia um homem que desejava ser o rei dos persas desejava a fama de se assentar no trono do rei Assuero. E para isso ele faia o que for preciso para alcançar seu objetivo. Hamã era tão obcecado pela fama que se alguém entrasse em seu caminho ele o mataria.

Mas seu fim foi pior do que o começo, pois ele havia preparado uma forca para um homem justo e acabou por ser morto em sua própria construção, sendo que tudo que ele construiu foi usado para destruí-lo.

Hamã desejava a fama a todo custo, ele não descansava um só momento, pois sua obstinação era alcançar a fama, nem que para isso precisasse matar pessoas para alcançá-la. Ele não mediu esforços para buscar viver a fama e tudo o que ela proporciona, e essa busca foi sua decadência e ruína. Hamã morreu pendurado em uma forca e na mesma foca morreram seus filhos.

3. lúcifer, o anjo CAÍDO

No céu havia um querubim que na era igual aos outros, A Bíblia o chama de querubim ungido, no singular, por isso não havia outro. Ele era o que regia o louvor no céu e começou a se sentir o “bom da boca”, e o desejo da fama entrou em seu coração, e ele desejou se sentar no trono de Deus e com isso perdeu tudo o que tinha, e hoje vive depressivo, pois perdeu toda a beleza que tinha se tornando um ser abominável e asqueroso.

Seu trono se tornou as trevas, seus comparsas se tornaram demônios e sua herança se chama inferno, o lago de fogo e enxofre. Aquele que se chamava anjo de luz passou a se chamar satanás, belzebu, diabo.   

E lúcifer ficou cego pela fama de poder ser adorado como Deus era, e essa busca desenfreada o levou a ser o ser mais repugnante que existe.

VENCENDO OS MALES DA FAMA

Mas como vencer este mau do século? Como superar os males da fama?  Quando Deus está em nós, então aprendemos a vencer todos os males dessa vida. Quando temos uma vida na presença do Senhor, então nos levantamos após uma luta e declaramos que maior é aquele que está conosco do que aquele que está no mundo. Quando estamos na direção da palavra de Deus podemos vencer os males que a fama tenta nos dar para nos destruir.

Vejamos então novamente no contexto bíblico que se Deus é com alguém, este alguém poder declarar a vitória sem ser contaminado pelos males que a fama produz, pois ser famoso não é o objetivo do crente.

1. GIDEÃO, E SEUS TREZENTOS

Um homem que era humilhado pelos inimigos midianitas, que lhe roubavam seus alimentos, o deixando sem proventos. Gideão relata que ele era o menor em sua casa, o que me leva a entender que entre seus irmãos ele era o mais pobre, o mais necessitado, o que aos nossos olhos realmente precisava dos prazeres da fama oferece, mas ele tinha um coração diferente.

Gideão recebe o chamado do Senhor e confia que era Deus quem o estava capacitando e confia no chamado. Vai e vence 135.000 homens com apena um grupo de 300 homens. Imagine agora Gideão voltando para Israel e todo o povo gritando “Gideão! Gideão! Gideão!”, era para ele ficar cheio de orgulho e sentir e viver os prazeres da fama era para ele pensar: “Agora eu sou famoso!”, mas ele soube dar a glória a quem ela era digno, a Deus.

2. DAVI, O AMADO DE DEUS

Davi, chamado homem segundo o coração de Deus, era cheio de falhas, também o menor entre seus irmãos, pois eles eram soldados do exército de Saul, e Davi um pastor de ovelhas, era o caçula que não podia ir aos campos de batalha. Mas certo dia seu pai o manda levar mantimentos a seus irmãos e voltar trazendo notícias, mas quando Davi chega ao campo de batalha ele vê um gigante afrontando Israel     e decidi matá-lo.

A história todos conhecemos. Davi matou um homem amedrontador chamado Golias, um gigante que fez um exército ficar acuado, amedrontado, intimidado. Um menino de cerca de dezessete anos vence um guerreiro de muitos anos. Com a queda de Golias penso que todo o exército de Israel começa a gritar seu nome, “Davi! Davi! Davi!”, mas ele não se empolga com a fama, pois o menino sabia que a glória era de Deus e não deles.    

3. ELIAS, O PROFETA DO FOGO

Uma das histórias mais comoventes sobre um profeta é a história de Elias contra os males que o rei Acabe trouxe ao povo de Israel. Elias fez com que Deus fechasse as janelas do céu e não houvesse chuva e nem orvalho. Após um período de cerca de três anos e meio Elias volta e propõe um desafio, entre ele e os profetas de Baal e Asera. Após Deus honrar a palavra de seu servo Elias se levanta e mata a fio da espada todos os profetas de Baal, cerca de 450 homens, um por um.

Quando o fogo desceu do céu a esse a bíblia diz que todo Israel começou a gritar seu nome, pois veja bem. A bíblia diz que todo o povo de Israel juntos gritavam “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!”, e o nome de Elias em hebraico é Eliahu, que traduzido quer dizer “Jeová é Deus”, então todos gritavam juntos “Elias! Elias! Elias!”, mas a fama não subiu a cabeça de Elias. Elias era homem de Deus e sabia que a honra da vitória é toda do Senhor Jeová.

CONCLUSÃO

Após a saída do povo Hebreu do Egito, Deus disse a Moisés que mandaria um anjo junto com eles para guiá-los, mas Moisés disse: “Se tu não fores conosco, então não nos faça sair daqui!”. Vejo que muitos estão prosseguindo sem a presença de Deus em suas vidas e um ministério que era para ser bem sucedido acaba por virar ruínas da vergonha.

Vejo que a busca da fama está levando muitos a se frustrarem no meio do caminho, e perderem suas vidas, entregando suas almas a perdição eterna. Só iremos estar livres dos males da fama quando aprendermos a dar a Deus toda honra e toda glória.

Temos inúmeros exemplos de pessoas que em nossa geração desejaram ser mais famosos do que Deus e acabaram morrendo antes de viverem um sucesso. Lembremos de Tancredo Neves, que disse que nem Deus o impediria de subir o planalto. E o que dizer de John Lennon, que disse que os Beatles eram mais famosos que Jesus e morreu com quatro tiros. Poderia ainda falar de Merilym Moroe foi visitada por Billy Graham e ao ser evangelizada ela disse não precisar de Jesus, e uma semana depois foi encontrada morta.

Precisamos aprender a dar a Deus toda honra e toda glória por tudo que somos e que temos, pois só Ele é digno. Sim! O nosso Deus é famoso, Ele é o dono do ouro e da prata, Ele tem sucesso em tudo o que faz, só Ele é conhecido mundialmente, até a natureza e os animais lhe rendem glória, só Deus é atraente, Ele sim tem glamour em sua presença.

Autor: Pr. Alexandre Augusto 
Fonte  e  todos  os  créditos 

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Por Renato Vargens
Domingo o Santos se sagrou tri-campeão paulista.

Na comemoração, Neymar um dos principais jogadores da Vila, colocou uma bandana na testa com os dizeres "100% Jesus". 

Pois é, logo depois da comemoração no campo o famoso jogador seguiu em direção a uma conhecida casa de shows. A folia, segundo o UOL, aconteceu em uma boate com lista fechada no centro da cidade de Santos. Segundo relato das convidadas, que costumavam sair para fumar, a festa tinha “dez garotas para cada homem”, a maioria trajando microssaias.

Ué? talvez você esteja perguntando: Neymar não é evangélico? Como é que ele pode  professar sua fé em Cristo e ao mesmo tempo ir pra boate curtir a noite com a mulherada?

O pastor da Igreja Batista Peniel, de São Vicente, Newton Glória Lobato afirmou numa entrevista em julho do ano passaque Neymar é dizimista e que  se senta nas últimas fileiras da igreja e que tem vergonha de dar o seu testemunho no microfone.

Caro leitor, na minha perspectiva Neymar é o protótipo de boa parte dos evangélicos no Brasil. Na verdade, muitos dos que se autodenominam cristãos pensam que são crentes, sem contudo terem tido a experiência do novo nascimento.

Ora, é impossivel amar ao mesmo tempo Cristo e o mundo. Ou somos de Deus e vivemos pra Deus ou somos do mundo e vivemos pro mundo! O problema é que o evangelho pregado por alguns dos evangélicos, distorce a verdade da Cruz, dizendo pro homem que ele pode seguir a Cristo e ao mesmo tempo curtir os prazeres do mundo.

Prezado amigo, seguir a Jesus implica em mudança de vida, de atitudes e comportamento. Seguir a Jesus é muito mais do que cantar os hits gospel, seguir a Jesus é muito mais do que colocar bandanas na testa, seguir a Jesus significa negar os prazeres do pecado e viver integralmente para Deus.

Lamentavelmente a geração gospel vibra mais com bandanas, shows e salamaleques do que com àquele que por amor a Cristo abandona os prazeres do mundo.

Pense nisso,

Renato Vargens

Fonte: [ Blog do autor ]
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domingo, 13 de maio de 2012


Devemos Pedir a Deus, ou Exigir e Determinar?


O Apóstolo Paulo confessa que “orou três vezes ao Senhor” para que o livrasse de um espinho na carne. Mas o Senhor, em vez de atendê-lo, respondeu: “A minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Reconhecendo a vontade soberana de Deus, Paulo se conforma e continua com seu espinho. E declara: “Portanto, de boa vontade me gloriarei nas minhas fraquezas”, pelo que “sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Pois quando estou fraco, então é que sou forte” (2 Co 12.7-10). A orientação para esses casos, em alguns púlpitos, é a seguinte: “Exija de Deus seus direitos”. Sofredores como o Apóstolo, o servo Jó e muitos outros desconheciam esse caminho “legal” para exigir direitos assegurados.

Com relação à substituição do "pedir" pelo "exigir", como querem alguns, vejam o seguinte. Pedir, do grego aiteõ, sugere a atitude de um suplicante que se encontra em posição inferior àquele a quem pede. É esse o verbo usado em João 14.13 – “E tudo quanto pedirdes em meu nome...” – e 14.14 – “Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei”. “Pedir”, do grego erõtaõ, indica com mais freqüência que o suplicante está em pé de igualdade ou familiaridade com a pessoa a quem ele pede, como, por exemplo, um rei fazendo pedido a outro rei. “Sob este aspecto, é significativo destacar que o Senhor Jesus NUNCA usou o verbo aiteõ na questão de fazer um pedido ao Pai”, por ter dignidade igual Àquele a quem pedia. (Jo 14.16; 17.9,15, 20 – Fonte: Dic. VINE).

Há muita gente confundindo alhos com bugalhos. O que vemos são pessoas declarando que não pedem nada a Deus, mas exigem seus direitos. De Gênesis a Apocalipse não há um único registro que aprove tal atitude.

Os que fazem parte desse grupo de “exigentes” são ensinados a não dizer “se o Senhor quiser”. Não reconhecem que Deus, em razão de sua absoluta e inquestionável vontade, poderá NEGAR o seu pedido. Confiam cegamente no ensino do outro evangelho. Essas ovelhas nanicas precisam ler a Bíblia. Vejam:

Jesus, no Getsêmani: “Pai, SE QUERES, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lc 22.42). Os exigentes dizem: “Todavia, seja como eu decreto e exijo, e não como tu queres”.

“Compadecer-me-ei de quem me compadecer e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Rm 9.15,16).

Paulo escreveu: “Mas, em breve, irei ter convosco, SE O SENHOR QUISER, e então conhecerei, não as palavras dos que andam inchados, mas a virtude” (1 Co 4.19). As ovelhas do outro evangelho diriam: “A minha viagem já está decretada. Exijo de Deus que se cumpra segundo a minha palavra’.

“Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: “SE O SENHOR QUISER, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas, agora, “vos gloriais em vossas presunções; toda glória tal como esta é maligna” (Tg 4.14-16). É muito atrevimento de um pobre e miserável pecador exigir alguma coisa do Senhor. 

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa 
Fonte e Créditos para: http://www.estudogospel.com.br/estudos/polemicos/devemos-pedir-a-deus-ou-exigir-e-determinar.html

sexta-feira, 11 de maio de 2012


Funk gospel? Conte-me sobre o “passinho do abençoado”

Caro leitor, o que pregadores e ensinadores tementes a Deus e fiéis à sua Palavra, como David Wilkerson, diriam sobre o funk gospel e o “passinho do abençoado”?

P
eço-lhe que assista ao vídeo abaixo, leia o artigo subsequente e depois comente sobre o assunto. 

 

Na sua obra Toca a Trombeta em Sião, publicada em inglês, em 1985 — e lançada no Brasil pela CPAD em 1988 —, David Wilkerson afirmou: “Fiquei extremamente chocado quando recentemente abri uma revista evangélica e vi foto de um grupo de rock ‘pesado’, dizendo-se evangélico. Estavam vestidos com o mesmo traje sadomasoquista que eu vira antes enquanto testemunhava de Cristo nas ruas de São Francisco da Califórnia” (p.93).

Wilkerson partiu para a eternidade há um ano, mas a sua mensagem profética ficou registrada: “Onde está a trombeta em Sião, que não toca? Onde está nossa reação? Onde estão os profetas do Senhor que não bradam bem alto: “Chega! A Casa do Senhor não é lugar de música do Diabo!” (p.94).

Como um verdadeiro profeta, Wilkerson verbera contra a covardia dos ministros do nosso tempo: “Que tipo de ministério covarde temos em nossas igrejas de hoje, que tolera e até aplaude um tipo de música que faz os anjos se envergonharem? [...] A música mundana que hoje penetrou na casa de Deus causa repulsa no Céu [...]: ‘Como podem pessoas que invocam o santo nome de Cristo apanhar coisas do altar pessoal de Satanás e trazê-las à presença de Deus, lançando-as no seu altar?’ [...] Quem são esses roqueiros e inovadores dentro da casa de Deus? São profanadores do santo altar do Senhor!” (p.95).

Wilkerson condena também a falta de discernimento por parte dos líderes e do povo evangélico, em geral: “O que está acontecendo agora é que pastores e suas igrejas aceitam sem exame, nem discussão, música profana no culto. A voz que se ouve é ‘Não julguemos mal’, e isso Satanás usa para ocultar todo tipo de males que tal música traz. [...] E é exatamente isto que estes inovadores da música estão fazendo na igreja; destruindo a santidade, zombando da pureza e da separação do mundo” (pp.96-97).

Sem medo, Wilkerson reafirma que a música mundana na igreja é obra do Maligno e verbera contra pais e líderes cristãos por sua conivência: “Satanás está por trás deste tipo de ‘louvor’ que ele quer que lhe seja prestado. Ele irá até os extremos para corromper o verdadeiro louvor ao Senhor. O inimigo está levando vantagem em sufocar o real louvor em espírito e em verdade. [...] É chocante eu ouvir pais e pastores dizendo-me: ‘não julgue desta maneira’. Eles deviam obedecer à Palavra de Deus e julgar segundo a reta justiça, para não perderem seus filhos ante as seduções do mundo” (pp.98-100).

Muitos dizem que a música, seja qual for o estilo adotado, é neutra e que podemos usar todo e qualquer ritmo para o louvor a Deus. Veja a resposta do aludido profeta a esse falacioso pensamento: “Uma das razões por que o Espírito de Deus retirou-se do ‘Movimento de Jesus’ surgido na década passada [década de 1970] foi que eles se recusaram a largar o tipo de música anticristã que executavam. Eles deixaram as drogas, álcool, prostituição, e até seu modo estranho de vida. Mas não quiseram abandonar o rock. [...] O Espírito de Deus conhece todo mal que há no rock, e Ele nos faz sentir sua tristeza por isso. Os que adoram a Cristo em espírito e em verdade sabem discernir rapidamente o que é o rock” (pp.100-101).

David Wilkerson faz menção também dos repertórios dos cantores pretensamente evangélicos: “Os roqueiros que se dizem evangélicos costumam ter em suas apresentações e LPs um ou dois hinos realmente sacros, mas o restante é a violenta, selvagem e louca música rock. Significa que se eles quisessem, podiam fazer a coisa certa e agradável ao Senhor. Certos roqueiros chegam a me dizer: ‘Eu mesmo não gosto do rock, mas a juventude gosta, então eu toco rock para atraí-los’” (p.107).

Agora, uma parte bastante antipática — mas verdadeira — da profecia de Wilkerson em relação aos apreciadores de show gospel: “Esse tipo de música copiada do mundo não motiva ninguém a dobrar os joelhos e orar, nem mesmo impulsiona os crentes a curvarem suas cabeças em adoração a Deus. A única coisa que essa música faz é levar o auditório a demonstrações carnais de sacudir o corpo, de bamboleios, de dança, que nada têm de espiritualidade. [...] Deus está dizendo a esta geração que canta e toca música mundana na igreja: ‘Rejeitais a música de teus pais que adoravam a Deus com toda pureza. Quereis ver os milagres do livro de Atos, mas não quereis a pureza dos vossos pais na fé. Rejeitais a música originada pelo Espírito e abraçais a música que pertence ao mundo’” (p.108-110).

O profeta de Deus geralmente condena o erro e prevê o que acontecerá, caso não haja arrependimento. Veja o que disse Wilkerson, há mais de 25 anos: “Tal música tornar-se-á cada vez mais selvagem, seus festivais de música cada vez mais tenebrosos. Somente crentes desviados, mornos e de nome, frequentarão tais reuniões. Caso o leitor não mais creia em nada do que estou profetizando, creia nisto que vou dizer agora: ‘Deus vai fazer uma operação de limpeza na sua casa quanto à música!’” (p.116).

Wilkerson mostra novamente as características da música mundana e, em seguida, conclui: “Já constatei, sem exceção, que todo crente de vida espiritual profunda com Deus e que vive adorando a Deus em espírito e em verdade leva também muito tempo em oração individual. Esse tipo de crente não aceita música frívola, barulhenta ao extremo, acelerada, dissonante. [...] A música mundana na igreja morreria numa semana se cada músico e cantor se humilhasse diante do Senhor e tivesse uma visão do que é a santidade de Deus” (pp.117-118).

Diante do exposto, o que David Wilkerson diria, hoje, a respeito do “passinho do abençoado”, do funk gospel e de outras aberrações do nosso tempo?

Fonte e todo os créditos 
Ciro Sanches Zibordi

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Por Francis Schaeffer

Os cristãos muitas vezes comentam o quanto ficaram "chocados" por terem observado este ou aquele comportamento. Nós nunca deveríamos hesitar em denunciar algo quando está errado. Mas como podemos ficar "chocados" ou surpresos com os pecados dos outros, se nós mesmos somos igualmente corruptos aos olhos de Deus? Se realmente entendemos o quanto todos nós somos pecaminosos aos olhos de Deus, então estaremos em condições de compreender que estamos no mesmo nível que o resto das pessoas. Do ponto de vista da nossa natureza pecaminosa, estamos todos reduzidos às mesmas proporções.

Paulo fez desta questão da pecaminosidade humana algo pessoal, incluindo-se na discussão. Ele não estava dizendo "Serão os judeus melhores que os gentios?" Ele estava dizendo "Será que somos melhores, do que eles?" (3.9). Ele se identifica a si mesmo com os seus companheiros judeus. "Seria eu, seríamos nós melhores do que eles?" pergunta ele. E a resposta é: "Não. Nós, inclusive eu, não somos melhores do que eles".

A citação que Paulo faz do Antigo Testamento certamente teria arrasado os seus leitores judeus - e, por extensão, também os leitores cristãos de hoje. Como alguém pode sentir que está em numa posição confortável diante do Deus santo, só pelo fato de ter uma Bíblia, se a Bíblia mesmo diz que ninguém é justo? Todo aquele que tentar se autojustificar acabará levando só pedradas depois do versículo 12. Ninguém está a salvo só porque se escondeu debaixo das asas protetoras do Judaísmo - ninguém está a salvo só por estar debaixo das mesmas asas do Cristianismo. Ninguém é justo, "nem um sequer".

Será que isto significa que estamos todos além da esperança? Se todos somos assim tão moralmente corruptos aos olhos de Deus, será que resta alguma esperança para nós? Lembre-se de que neste ponto, em sua carta aos Romanos, Paulo ainda está pregando "a primeira metade do evangelho"; ele continua tentando .mostrar que todas as pessoas necessitam de salvação. Não se esqueça do pressuposto disso tudo: "não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação" (1.16).

"Mas por que eu preciso de salvação?"
"Porque você está sob a ira de Deus."
"E por que eu estou sob ira de Deus?"

Paulo está respondendo a esta questão na primeira metade do seu comentário ao evangelho (1.18—3.20), e ele prossegue em 3.13, traçando um quadro assustador da raça humana.

A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca eles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos. (3.13-18)

Que terrível quadro Paulo está apresentando da raça humana dos seus próprios dias. E poderíamos supor que a humanidade de hoje esteja de alguma maneira melhor? Será que a humanidade "progrediu" em termos de moralidade - como tantos querem nos fazer acreditar? A Palavra de Deus certamente diria "Não, nem um sequer!" Podemos até estar progredindo em certo sentido, mas não quanto à nossa postura moral diante de Deus. Não devemos ousar tratar o assustador quadro de Paulo como se fosse uma abstração qualquer. É assim que nós, hu¬manos, somos, e é assim que um Deus santo nos vê.

Ora, sabemos que tudo o que a lei diz aos que vivem na lei o diz, para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. (3.19-20)

Paulo está agora partindo para a conclusão do seu discurso con¬tra os judeus; mas, da mesma forma como ele tem feito desde o versículo 9, ele vai progressivamente estendendo sua análise para incluir toda a humanidade. Uma vez que nem um sequer, não importa se judeu ou gentio, está guardando a lei de forma perfeita, a única conclusão possível é que toda a humanidade apresenta-se culpada diante de Deus e sujeita ao um devido julgamento. "Visto que... por obras da lei..." Paulo está se referindo não apenas à Lei de Moisés, mas a boas obras de qualquer tipo: "visto que ninguém será justificado diante dele por [boas] obras da lei". O sentido do grego original é ainda mais forte.- "Nenhuma carne jamais será... nenhuma carne poderá jamais ser justificada". Todos aqueles que não têm a Bíblia serão julgados de acordo com o padrão perfeito de Deus, com base no juízo que cada um faz dos outros, como vimos em 2.1.

Ninguém jamais poderá dizer "segui completamente o padrão, de acordo com o qual eu julguei os outros". E, em seguida, vem o judeu e diz "está certo, acontece que nós temos a Bíblia". E Deus responde: "É verdade, mas também é verdade que você não a seguiu". Portanto, a conclusão a que chegamos é que a nossa situação é simplesmente caótica. "Visto que ninguém jamais será justificado diante dele [de Deus] por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado".

Chegamos assim ao final da apresentação de Paulo da "primeira metade do evangelho". Ele levou a maior parte do primeiro capítulo, todo o segundo capítulo e grande parte do terceiro capítulo para nos mostrar que precisamos da salvação. O que ele ainda não nos contou foi como ser salvo. A palavra salvação ocorreu somente uma vez, em um dos versículos-chave: "Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação" (1.16). Quer seja no mundo grego e romano humanista, quer no humanismo do século 20, por toda parte ouvimos a mesma queixa-. "Por que eu preciso de salvação?" As pessoas podem até ter todo o tipo de opiniões sobre se Deus existe ou como ele é se ele realmente existir, mas quando elas ouvem falar que Deus diz que devem ser salvas, elas geralmente têm objeções.

É interessante notar que as pessoas não rejeitam o Existencialismo . da mesma forma como rejeitam o Cristianismo. O existencialista diz que todas as pessoas estão perdidas. O existencialista diz que todas as pessoas estão condenadas. O existencialista diz que não há esperança alguma. Cínicos e niilistas de todos os tipos dizem que não há esperança na vida, a vida é complicada, a vida é impossível, o homem é um zero à esquerda. E é aí que o Cristianismo difere radical-mente do Existencialismo e eis porque as pessoas têm uma reação assim tão forte contra o Cristianismo, mas não contra o Existencialismo.

O Existencialismo diz que o homem é um zero à esquerda e que está irremediavelmente perdido. Já o Cristianismo diz que o homem está perdido sim, não pelo que ele é, mas devido à forma pela qual ele resolveu agir, por livre e espontânea vontade. Se um homem é condenado pelo que ele é, você não poderia dizer que ele está errado - ele é apenas patético. Mas o Cristianismo diz que o homem não é patético. Na verdade, o homem é uma maravilhosa criação de Deus. Acontece que ele também é um ser rebelado contra Deus e merece a ira de Deus. O homem não ê um ser patético, o homem é um ser rebelde. 

Fonte: [ Josemar Bessa ]

quinta-feira, 10 de maio de 2012


PASTORES COISA NENHUMA! ELES QUEREM SER CHAMADOS DE BISPOS E APÓSTOLOS

Por Renato Vargens
Por esses dias fiquei sabendo que um jovem pastor de uma igreja neopentecostal daqui de Niterói, ministerialmente inexperiente e despreparado teologicamente, tomou pra si o título de bispo. Isso mesmo: Ele agora é bispo!
Pois é, o rapaz além de adepto das inúmeras heresias, dentre estas a “judaização do Cristianismo” resolveu acreditar que possui uma unção especial de bispo.
Caro leitor, estou impressionado como esse povo procura títulos. Certa feita, ouvi um relato de uma irmã que ao dirigir-se a um senhor chamou-lhe de irmão. Para surpresa dela, o homem de modo sisudo respondeu firmemente dizendo: Irmão não. Pastor. Por favor me chame de pastor. Um outro, ficou extremamente ofendido porque um irmão lhe chamou de pastor, quando na verdade ele era apóstolo.
Pois é, lamentavelmente alguns dos líderes evangélicos tupiniquins tem demonstrado ao longo dos anos uma enorme fome por titulos. Se não bastasse os oficios e titulos convencionais, esta corja aproveitadora, inventou outros tantos mais. Nesta perspectiva multiplicaram-se os apóstolos, apareceram os profetas da restauração que a reboque fabricaram os mais variados titulos.
Caro leitor, essa busca desenfreada por títulos e oficios me enoja. A questão é que essa galera descompromissada com as Escrituras prefere a ostentação de uma função eclesiástica a ser um simples servo. Aliais, o termo servo, definitivamente caiu em desuso. Todavia, ao contrário do que deveria ser, parte da igreja evangélica brasileira esqueceu das Palavras de Jesus que nos ensina que todo aquele que deseja ser grande deve aprender a servir.
Jesus os chamou e disse: “Vocês sabem que aqueles que são considerados governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Pelo contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo; e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo de todos. Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. Marcos 10:42-45
Lamentavelmente os homens querem ostentação, sem contudo entenderem que somos e fomos chamados para servir àqueles que conosco se relacionam. Como bem afirmou Thomas Brooks, “os cristãos que permanecem no serviço do Senhor precisam considerar mais a cruz do que a coroa.”
Prezado amigo, quem somos nós? Que possuímos nós? Ora, não somos nada! Como bem disse o reformador Martinho Lutero, nós não passamos de sacos de esterco, servos inúteis carentes da graça e da misericórdia de Deus.
Pense nisso!
*** todos os creditos:  
Renato Vargens é pastor, escritor e colunista do Púlpito Cristão.